São Paulo, Brasil, 24 de maio de 2007
No final da década de 70, com a centralização das principais atividades da HP Brasil em Alphaville – SP, o número de funcionários no Rio de Janeiro foi reduzido de cem para cerca de 20 pessoas. O escritório foi transferido de Copacabana para uma casa antiga na Lagoa, na época uma região sem estrutura na área de telecomunicação, por isso o local de trabalho não contava com telefone.
Diante da precariedade de condições, a HP, com o intuito de continuar atendendo aos seus clientes, alugou uma sala no Centro do Rio de Janeiro, na qual mantinha uma telefonista trabalhando com linhas telefônicas alugadas. Cerca de dois mensageiros, os famosos “boys”, circulavam de ônibus levando os recados para os funcionários no escritório da Lagoa. Assim, quando um pedido era feito, o “boy” informava a equipe da HP, que era obrigada a retornar a ligação para o cliente de um telefone público. Essa estrutura perdurou por seis meses, comprovando que a companhia nunca mediu esforços para prosseguir em sua missão de excelência, trabalhando pelo desenvolvimento do País.
Atualmente, com tantos avanços tecnológicos, essa situação pode parecer absurda ou até mesmo hilária, mas é apenas um exemplo de que, nestes 40 anos da HP no Brasil, muitos fatos inusitados aconteceram e hoje podem ser lembrados entre risos, nostalgias e emoções.
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